quarta-feira, 28 de março de 2012

Tinha que resolver... resolvi

Buenas, depois de ficar quebrando a cabeça por alguns dias pra resolver a vida em relação à minha viagem, decidi que não vou este ano. Conversei também com algumas pessoas sobre o tema, e a maioria foi partidária do adiamento. Engraçado como teve que gente que ficou feliz com isso (hehe). Ok, não reclamei porque me senti querida, e os que se manifestaram dessa forma tentaram disfarçar o contentamento.

Aproveito este tempo a mais pra melhorar meu inglês por aqui antes de ir, pra juntar mais uma grana, pra ir onde eu realmente quero ir, que é Londres. Em estando lá, estico pra outros destinos de interesse. Oba. Anyway, o fato de ter tempo pra amealhar mais uns reaizinhos ajudará no objetivo de empreender uma viagem tranquila, com direito a passeios, momentos de delírio consumista e incursões etílico-gastronômicas.

Em casa - esta semana recebi pessoas queridas em casa. Cozinhei mais que Ofélia em tempos idos, mas valeu a pena. Uma delas já é querida há algum tempo, e o casal que conheci na noite de sábado já considero querido, de tão fofo que é. É tão bom quando você recebe visitas e não tem vontade de sair correndo pra encaixar uma vassoura atrás da primeira porta que aparecer, né não? Voltem sempre, seus... queridos!

quarta-feira, 21 de março de 2012

That´s the question

Ando às voltas com decisões que terei que tomar, em breve, muito breve, sobre a viagem de estudos que quero fazer. Preciso entender e falar inglês decentemente, e isto não é uma escolha - tornou-se imperativo pra mim. Assim, sendo, tirei o visto americano, andei olhando alguns destinos, refletindo sobre se meu caminho passa pelos Estados Unidos, e por qual cidade... Estive ontem numa agência de intercâmbio para começar a chegar a alguma conclusão. Eis que a atendente da agência jogou uma aguinha fria nos meus planos pra julho, mês de altíssima estação em tudo que é canto do mundo.

New York, só ano que vem... Difícil arranjar hospedagem, quase impossível, pra 2012. São Francisco... Maybe, mas aí a passagem ficará caríssima, quase o preço do curso + hospedagem em flat individual! Londres, em julho, é tempo de olimpíadas, não vai rolar. Ó, céus. Janeiro é muito frio... A minha saída vai ser tentar negociar com a faculdade, ou então deixar pra 2013... Let´s see. Difícil é ser professora e só poder tirar férias no recesso escolar. I wanna go!!! Alguém sugere algo? Tipo ganhar na mega e deixar de trabalhar?

segunda-feira, 19 de março de 2012

Em Gravatá

Gravatá no fim de semana, celular sem bateria... Dias de dolce far niente - na verdade, um dia e meio, que valeu mais que a conta, afinal. Levo menos tempo pra chegar em Gravatá que no meu trabalho, diga-se de passagem. Tirando o susto que meu pai nos deu (foi atropelado por uma moto, ave Maria - mas foi de leve, só uns arranhões, ainda bem), o sábado e o domingo foram tão legais, tanto quanto podem ser um sábado e um domingo de verdade. A melancolia, que estava pegando de leve, foi embora hoje, com o fim da TPM. :)

sexta-feira, 16 de março de 2012

"É tempo...

... que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo". Sinais não são apenas sinais, mas senhas que a vida nos dá, para abrir as portas que precisam ser abertas e fechar aquelas que ficaram abertas tempo demais. Há tempos em que o que bastava deixa de ser suficiente. Tempo de mudar. Passou o tempo.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Eita, preguiça

Não, não é minha a preguiça, embora eu tenha muito direito a ela. Fico besta como esses jornalistas pós-modernos acham que eles podem tudo, menos trabalhar. Podem encher o saco das fontes e levantar questões despropositadas, muitas vezes usando de má fé. Podem pedir na cara lisa que o assessor trabalhe por eles, sem nem dizer obrigado depois, muito menos por favor antes. Querem ganhar a grana do frila botando os colegas pra ralar. Lamento dizer que comigo, não, violão. E podem botar meu nome na boca do sapo que não perco um minuto do meu sono por isso.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Back from Buenos (o de vuelta a mi lindo pueblito?)

Refeição delícia no Malba,
acompanhada de um rosado riquísimo
Desta vez, passar o carnaval fora do Recife não foi um horror, muito pelo contrário. Estive em Buenos Aires, que, embora esteja meio decadente (sujinha, velhinha...), como tinha alertado my friend (o que detém o poder e determina os destinos do povo pernambucano), continua sendo um ótimo lugar pra passear, ver coisas bonitas e tomar unas copas.

Uma das coisas de que mais gostei, e me emocionou particularmente, foi participar de um programa portenho de verdade. Fui a uma milonga, lugar onde as pessoas vão pra dançar tango e não apenas para assistir a shows, e vi alguns dos casais mais lindos do mundo bailando pra valer, sem frescura e com afeto. Fiquei doida pra aprender a fazer aquilo, mas não sei se um dia poderei sentir o baile como eles, os originais. Os abraços são especialmente maravilhosos. Arrepios, um atrás do outro.

Curti muito também a feira de San Telmo, os passeios pelas ruas antigas, os montes de cafés, o jardim botânico, o restaurante do museu Malba. Não curti o povo argentino querendo deixar de ser pobre às custas da gente. Triste é quando um país começa a olhar pros seus visitantes com mais inveja que simpatia. Tomara que eles se livrem logo daquela horrorosa da Cristina.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Da água para o vinho; ou do vinho para a água

Sabe aqueles dias em que saimos de casa com o espírito leve e satisfeito, e o mundo insiste em interferir pra coisa toda virar pelo avesso? Pois. O sol lindo que estava fazendo hoje já me deixou legal, embora o primeiro dia de trânsito tenha atrapalhado um pouco. Mas o problema nem foi esse, até porque já esperava pelo engarrafamento, favas contadas.

Um ser aqui do trabalho perdeu um processo enviado pela minha equipe, o que atrasou a minha vida em anos luz, e ainda perguntou - "o que você tem? Está tão séria!" Será que eu devia estar feliz? Não me parece, nem tenho a obrigação de ser simpatiquinha enquantos os outros fazem merda às minhas custas. Eu disse: "simbora trabalhar, né, meu caro? Estou com essa cara porque tenho montes de coisas pra fazer e estou atrasada". Fala sério. Queria saber que cara é essa que eu faço que tanto as pessoas falam. Uma vez, uma criatura disse que eu olhei pra ele com "desprezo, ódio?" Hein? Olhei com a vista que tenho, ora bolas, não fico treinando em casa como vou olhar pras pessoas.

Fora isso, meu marido me fez esperar (pra variar); tenho que fazer meus planos de aula pra postar amanhã, mas ainda não fiz, porque tive muito trabalho na secretaria; não consegui terminar minha análise de mídia; minha professora de flamenco quer mudar o horário das aulas prum dia em que eu não posso; no almoço, a besta da garçonete não levou meu suco e eu comi a seco. Tá bom, são pequenas coisas... mas somando: É O CÃO! Tô arretada.