Estou no facebook. Na verdade, já estava, mas só havia entrado pra catar uma pessoa, achei e nunca mais entrei novamente. Recentemente, coloquei umas coisinhas na minha página, interagi um pouco com as pessoas... Buenas.
Mesmo atrasada, já compartilho da opinião de texto que li na TPM, que dizia que aquelas classificações de relacionamento - "casada, noiva, sei que lá" - são o que há de mais desconectado da realidade. Não tem "namorando", ora bolas. Custava? Ninguém mais namora nos dias de hoje?
Postei "casada", mas tô quase mudando o status, já que sou, na verdade, amásia, amigada, ou algo do gênero, uma vez que meu marido está tentando agendar nosso casório no cartório há uns oito anos, pelo menos. Ele não é muito apressado, não.
Não tem a opção "amasiada" no face, e eu me recuso a botar "relacionamento sério", já que gosto dos relacionamentos alegres. Vou almoçar agora, a sós, que meu amigo Gabriel me deu um bolo, e durante o meu cafezinho na Cultura penso em como solucionar a questão. Seriíssima, por sinal.
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
The show
E eis que o espetáculo foi uma delícia! Depois de agonias nos últimos ensaios, chiliques, florais (Mércia, uma das integrantes do nosso grupo, andava com um spray calmante borrifando na gente toda vez que o clima esquentava), correria pra comprar meia, sutiã, calcinha que não marcasse no vestido, entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Na hora h, o som não pode ser passado a contento e não tinha operador de luz, mas, enfim - ufa - deu tudo mais que certo. Foi lindo e nós fomos SUPER aplaudidas.
A cantora, Ana Bayer, mais de uma vez me emocionou nos ensaios. Ela canta lindo de chorar (mesmo), e é uma graça de pessoa. Na hora do show, arrepiou todo mundo. Os músicos elogiaram nossa evolução e segurança pra tocar os bailes, mesmo sem que estivéssemos conseguindo nos ouvir muito bem, já que estávamos sem retorno (artista no Brasil... É sempre assim, ou quase sempre). Eduardo, o violonista, é de um talento, e sabe tocar pra baile de um jeito que nos deixa aos dançarinos absolutamente confiantes. A base do cajón tocava no coração, como toda percussão, e a flauta fazia o contraponto complementar ao conjunto.
Meu amigo Klester, que mora em São Paulo, estava lá, de surpresa. Não sabia que ele vinha, e além dele, Paula e Léo, Samuca e Mona, mainha e painho, marido e filhotas, as meninas que dançam no Cervantes e mais e mais pessoas marcaram presença no teatro, que estava lotado. No último baile, uma sevillana, dancei mais solta, mais relaxada, e mexi tanto a cintura que fiquei toda quebrada quando o corpo esfriou. Minha luta é conseguir imprimir essa mesma vibe da sevillana nos outros bailes, o que ainda espero alcançar, breve.
Depois, fomos todos ao Juanito, lá em BV, confraternizar, comer e beber um pouquinho. Em setembro, tem de novo, e dessa vez a gente quer fazer uma festinha após o espetáculo, dessas que são só diversão e olé, com o luxo de contar com músicos maravilhosos tocando pra gente dançar o que der na telha. Vai ser uma riqueza.
A cantora, Ana Bayer, mais de uma vez me emocionou nos ensaios. Ela canta lindo de chorar (mesmo), e é uma graça de pessoa. Na hora do show, arrepiou todo mundo. Os músicos elogiaram nossa evolução e segurança pra tocar os bailes, mesmo sem que estivéssemos conseguindo nos ouvir muito bem, já que estávamos sem retorno (artista no Brasil... É sempre assim, ou quase sempre). Eduardo, o violonista, é de um talento, e sabe tocar pra baile de um jeito que nos deixa aos dançarinos absolutamente confiantes. A base do cajón tocava no coração, como toda percussão, e a flauta fazia o contraponto complementar ao conjunto.
Meu amigo Klester, que mora em São Paulo, estava lá, de surpresa. Não sabia que ele vinha, e além dele, Paula e Léo, Samuca e Mona, mainha e painho, marido e filhotas, as meninas que dançam no Cervantes e mais e mais pessoas marcaram presença no teatro, que estava lotado. No último baile, uma sevillana, dancei mais solta, mais relaxada, e mexi tanto a cintura que fiquei toda quebrada quando o corpo esfriou. Minha luta é conseguir imprimir essa mesma vibe da sevillana nos outros bailes, o que ainda espero alcançar, breve.
Depois, fomos todos ao Juanito, lá em BV, confraternizar, comer e beber um pouquinho. Em setembro, tem de novo, e dessa vez a gente quer fazer uma festinha após o espetáculo, dessas que são só diversão e olé, com o luxo de contar com músicos maravilhosos tocando pra gente dançar o que der na telha. Vai ser uma riqueza.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Fofucha
Ana Clara é uma lindeza, minha gente. E não estou sendo coruja. Gordinha, pequenininha, cabelinhos pretos, olhos puxados. Já me disseram que parece comigo, e eu vou ser obrigada a concordar. Hoje ela está indo pra casa, e assim que estiver mais ambientada e este mundo tão estranho, vou dar uma passada lá pra carregá-la no colo um pouquinho. Bonita que só, aposto que vai ser muito sabida também.
Baile - voltando ao segundo foco de minha atenção esta semana, escrevo para dizer que passei boa parte da noite sonhando com um único passo da minha apresentação, pode isso? Tô endoidando. Tenho ainda que comprar um pedaço de elástico preto, uma fivela, uma mousse pro cabelo, fazer as unhas da mão (no pé não vou arriscar, vai que a manicure tira bife... O mundo acaba três vezes) e uma escova no cabelo também. Depois conto como foi o ensaio com os músicos e a cantora. Tomara que dê tudo certo.
Baile - voltando ao segundo foco de minha atenção esta semana, escrevo para dizer que passei boa parte da noite sonhando com um único passo da minha apresentação, pode isso? Tô endoidando. Tenho ainda que comprar um pedaço de elástico preto, uma fivela, uma mousse pro cabelo, fazer as unhas da mão (no pé não vou arriscar, vai que a manicure tira bife... O mundo acaba três vezes) e uma escova no cabelo também. Depois conto como foi o ensaio com os músicos e a cantora. Tomara que dê tudo certo.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Mensagem para Ana Clara
Hoje o dia é de Ana Clara, minha primeira sobrinha que chega a este mundo logo mais, no dia de Santo Antônio. Espero que o danado do santo dê sorte a esta menininha, e faça ela encontrar somente caras legais ao longo da sua trajetória. Bom, mas ainda está muito cedo pra pensar nisso, e meu irmão há de se danar se o assunto entrar em pauta logo no primeiro dia de vida de Ana Clara. Bom, mas também quem manda ela nascer logo no dia do santo casamenteiro?
Para Ana, muita saúde e muita sorte, coisa que a gente tem sem conquistar, ou quase. Muita alegria de viver, muita gente amiga em volta, alguns erros que ajudem a acertar depois, uns bons passeios com a ÚNICA tia dela, que vai levá-la pra bailar flamenco, já que as suas (minhas) crias se recusam a pisar nos tablados com a mami. Muitas conquistas que a gente só alcança ralando, que estas é que são boas pra formar o caráter de uma pessoa. Beleza e inteligência - se for pra escolher, mais inteligência que beleza, embora aposte em ambas as qualidades emoldurando todas as outras características dela que nos serão dadas a conhecer breve, logo nas primeiras noites de sono (ou sem sono). Sim, porque as crianças mal nascem e já se mostram mais ou menos geniosas, dengosas, expansivas, tímidas... A ver.
Titia está muito feliz com a sua chegada, pequena. Me espera ai que chego já pra te ver e levar teus presentinhos.
Para Ana, muita saúde e muita sorte, coisa que a gente tem sem conquistar, ou quase. Muita alegria de viver, muita gente amiga em volta, alguns erros que ajudem a acertar depois, uns bons passeios com a ÚNICA tia dela, que vai levá-la pra bailar flamenco, já que as suas (minhas) crias se recusam a pisar nos tablados com a mami. Muitas conquistas que a gente só alcança ralando, que estas é que são boas pra formar o caráter de uma pessoa. Beleza e inteligência - se for pra escolher, mais inteligência que beleza, embora aposte em ambas as qualidades emoldurando todas as outras características dela que nos serão dadas a conhecer breve, logo nas primeiras noites de sono (ou sem sono). Sim, porque as crianças mal nascem e já se mostram mais ou menos geniosas, dengosas, expansivas, tímidas... A ver.
Titia está muito feliz com a sua chegada, pequena. Me espera ai que chego já pra te ver e levar teus presentinhos.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Gostosa - ser ou não ser?
Os dilemas da mulher moderna não são poucos, minha gente. Alguns mais sérios, outros menos, o fato é que vivemos tendo que optar entre situações A ou B sem um parâmetro único de comparação, o que torna as escolhas bem mais complicadas.
Explico-me. Após os 35, engordei uns três quilitos que não me deixaram mais, de jeito nenhum. Sou magra, ainda (bem), mas não magrela. Tenho coxa e bunda, mas não tenho (ou tenho pouquinho) peito. Os três quilinhos me ajudaram com o peito, mas prejudicaram um pouco a cintura - pro meu gosto, que amo barriga sequinha, bem sequinha. Meu manequim passou de 36 para 38, e a bunda cresceu junto. Ou seja, ampliei minha condição gostosa e diminuí minha condição esguia.
Por causa da dança, estou com os músculos durinhos, mas ainda não o suficiente, já que parei com o pilates, que deixa o corpo incrível. A questão é que o flamenco trabalha braços, abdomên, coxas, mas fica faltando um reforço complementar, até pra fortalecer as articulações. Meu joelho anda aos cacos, e o pilates ajuda bastante a minimizar o problema. Pretendo voltar quando me mudar e souber melhor como será minha rotina então.
Bom, mas pra retornar aos 50 quilos, preciso fazer um esforço extra - deixar minhas taças de vinho diárias, comer menos, enfim. Ultimamente não estou me poupando de nada, como o que dá vontade. De certo modo, estou gostando de ter mais corpo, essa é que é a verdade. Mas, paira sobre mim o medo de passar do ponto e ficar gordinha. Tenho pânico de ficar gordinha. O jeito é ir monitorando este processo de perto, de preferência com a ajuda de olhos isentos, mas gentis. Amigos, avisem com jeitinho caso eu esteja me transformando numa balofa, ok?
Mulheres...
Explico-me. Após os 35, engordei uns três quilitos que não me deixaram mais, de jeito nenhum. Sou magra, ainda (bem), mas não magrela. Tenho coxa e bunda, mas não tenho (ou tenho pouquinho) peito. Os três quilinhos me ajudaram com o peito, mas prejudicaram um pouco a cintura - pro meu gosto, que amo barriga sequinha, bem sequinha. Meu manequim passou de 36 para 38, e a bunda cresceu junto. Ou seja, ampliei minha condição gostosa e diminuí minha condição esguia.
Por causa da dança, estou com os músculos durinhos, mas ainda não o suficiente, já que parei com o pilates, que deixa o corpo incrível. A questão é que o flamenco trabalha braços, abdomên, coxas, mas fica faltando um reforço complementar, até pra fortalecer as articulações. Meu joelho anda aos cacos, e o pilates ajuda bastante a minimizar o problema. Pretendo voltar quando me mudar e souber melhor como será minha rotina então.
Bom, mas pra retornar aos 50 quilos, preciso fazer um esforço extra - deixar minhas taças de vinho diárias, comer menos, enfim. Ultimamente não estou me poupando de nada, como o que dá vontade. De certo modo, estou gostando de ter mais corpo, essa é que é a verdade. Mas, paira sobre mim o medo de passar do ponto e ficar gordinha. Tenho pânico de ficar gordinha. O jeito é ir monitorando este processo de perto, de preferência com a ajuda de olhos isentos, mas gentis. Amigos, avisem com jeitinho caso eu esteja me transformando numa balofa, ok?
Mulheres...
quarta-feira, 8 de junho de 2011
A muié sequelada
Como diz um primo meu que é surfista, tô toda sequelada (sem trema mesmo, já que os gramáticos deram cabo dele). Depois do início dos ensaios intensivos, doem, pela ordem: joelho direito; planta do pé esquerdo, dedões e dedinhos, coluna, músculos dos ombros, pescoço, coxas, pulso direito. Quase que entendo o arrastado do pobre (pobre?) do Ronaldo fenômeno, que parecia mais um boi indo pro matadouro que um ex-atleta naquele jogo de ontem. O fato é que não dá pra ser atleta e/ou bailarino sem se machucar, sem ter pelo menos umas lesõesinhas pra chamar de suas. Ossos do hobby, que não é ofício, no meu caso.
Además, estou ficando nervosa, e isso faz com que meu bruxismo e minha tensão nos ombros piorem. Amanheci com dor de cabeça. Hoje tem ensaio - e quando não tem? - e eu estou querendo ficar parada o máximo de tempo que conseguir pra guardar as energias pra logo mais. Trabalhar sentada, em minha mesinha, o quanto der, até porque tenho mesmo zilhões de coisas pra fazer em frente ao meu computador. Odeio errar na hora do espetáculo, e por isso fico mega tensa antes de entrar no palco. Ainda mais que a primeira coreografia é nossa, bailaremos sem a maestra, e eu bailo logo na frente, e estou de vermelho, bem espetaculosa. Se eu errar, já viu - todo mundo vê.
Bom, seja o que Deus quiser.
Cartunistas - Mudando radicalmente de tema, estávamos eu e Clero assistindo à entrevista de Angeli e Laerte à Marília Gabriela. Como Clériston os conhece, a coisa toda ficou ainda mais interessante. Eu costumo dizer que os cartunistas mais gatos do Brasil são meu maridón e Angeli, e meu caro companheiro responde que não deixará jamais que conversemos (eu e Angeli) a sós por muito tempo. Nada a ver, a preocupação é desnecessária, of course. Mas, não dá pra negar que os braços bonitos, a cara de inteligente e as camisetas pretas do pai da Rê Bordosa são um charme. Naturalmente, Clero é hours concours. Bom.
Laerte agora inventou de só se vestir de mulher, todo mundo já sabe. Ele é adepto do cross dressing, seja lá o que isso queira dizer. O que não conseguimos entender é porque ele só se veste de tia velha - vestidos horrendos, cabelo idem, sapatos de um mau gosto de dar dó. Ele poderia pelo menos ser uma mulher gostosinha, custava? Com roupichas modernas, caprichadas. Mas não, o visual é de chorar. O bichinho tá precisando urgente de uma consultoria de moda. Pena que os salões de humor pernambucanos não estão mais sendo realizados, porque eu adoraria ver essa pessoa de perto de novo e tentar dar umas dicas, assim, como quem não quer nada.
Además, estou ficando nervosa, e isso faz com que meu bruxismo e minha tensão nos ombros piorem. Amanheci com dor de cabeça. Hoje tem ensaio - e quando não tem? - e eu estou querendo ficar parada o máximo de tempo que conseguir pra guardar as energias pra logo mais. Trabalhar sentada, em minha mesinha, o quanto der, até porque tenho mesmo zilhões de coisas pra fazer em frente ao meu computador. Odeio errar na hora do espetáculo, e por isso fico mega tensa antes de entrar no palco. Ainda mais que a primeira coreografia é nossa, bailaremos sem a maestra, e eu bailo logo na frente, e estou de vermelho, bem espetaculosa. Se eu errar, já viu - todo mundo vê.
Bom, seja o que Deus quiser.
Cartunistas - Mudando radicalmente de tema, estávamos eu e Clero assistindo à entrevista de Angeli e Laerte à Marília Gabriela. Como Clériston os conhece, a coisa toda ficou ainda mais interessante. Eu costumo dizer que os cartunistas mais gatos do Brasil são meu maridón e Angeli, e meu caro companheiro responde que não deixará jamais que conversemos (eu e Angeli) a sós por muito tempo. Nada a ver, a preocupação é desnecessária, of course. Mas, não dá pra negar que os braços bonitos, a cara de inteligente e as camisetas pretas do pai da Rê Bordosa são um charme. Naturalmente, Clero é hours concours. Bom.
Laerte agora inventou de só se vestir de mulher, todo mundo já sabe. Ele é adepto do cross dressing, seja lá o que isso queira dizer. O que não conseguimos entender é porque ele só se veste de tia velha - vestidos horrendos, cabelo idem, sapatos de um mau gosto de dar dó. Ele poderia pelo menos ser uma mulher gostosinha, custava? Com roupichas modernas, caprichadas. Mas não, o visual é de chorar. O bichinho tá precisando urgente de uma consultoria de moda. Pena que os salões de humor pernambucanos não estão mais sendo realizados, porque eu adoraria ver essa pessoa de perto de novo e tentar dar umas dicas, assim, como quem não quer nada.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Papo em família
Não sei se toda família é igual, mas a minha protagoniza papos incríveis. Estávamos eu, marido e nossas filhotas almoçando no sábado. O casal discutia sobre o que fazer no dia dos namorados (abolimos sair de casa na data há tempos pra não pagar aqueles micos clássicos), e se iriam comprar presentes um pro ou outro ou não, enfim. Aí, marido falou que o melhor presente seria que eu escrevesse um texto dizendo como é viver com ele. Romântico esse homem.
Júlia, nossa mais velha, saiu com essa: "já sei o que mamãe vai dizer - 'viver com você é ter que filosofar o tempo todo'", referindo-se ao jeitão do pai, que é adepto do metódo socrático de educação. Clériston então ficou todo feliz por ter reconhecida sua metodologia - "adorei, Ju! Finalmente alguém definiu exatamente a minha pessoa!". Alice, que estava caladinha, fez a contribuição definitiva ao assunto em questão - "pai, era pra ser um insulto!". Rimos que só, of course.
Júlia, nossa mais velha, saiu com essa: "já sei o que mamãe vai dizer - 'viver com você é ter que filosofar o tempo todo'", referindo-se ao jeitão do pai, que é adepto do metódo socrático de educação. Clériston então ficou todo feliz por ter reconhecida sua metodologia - "adorei, Ju! Finalmente alguém definiu exatamente a minha pessoa!". Alice, que estava caladinha, fez a contribuição definitiva ao assunto em questão - "pai, era pra ser um insulto!". Rimos que só, of course.
Assinar:
Postagens (Atom)